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Homem que tinha caso com babá brasileira é sentenciado a prisão perpétua por plano de duplo homicídio

Brendan Banfield durante o julgamento por duplo homicídio, em janeiro de 2026. AP/Tom Brenner/Arquivo Um homem do estado da Virgínia, nos Estados Unidos, que ...

Homem que tinha caso com babá brasileira é sentenciado a prisão perpétua por plano de duplo homicídio
Homem que tinha caso com babá brasileira é sentenciado a prisão perpétua por plano de duplo homicídio (Foto: Reprodução)

Brendan Banfield durante o julgamento por duplo homicídio, em janeiro de 2026. AP/Tom Brenner/Arquivo Um homem do estado da Virgínia, nos Estados Unidos, que mantinha um relacionamento extraconjugal com a babá brasileira da família, Juliana Peres Magalhães, foi sentenciado a prisão perpétua nesta sexta-feira (5) pelo assassinato da esposa e de um homem atraído para a casa do casal para servir como bode expiatório do crime. Brendan Banfield, ex-agente de investigação ligado à Receita Federal dos EUA (IRS), alegou ter matado Joseph Ryan após surpreendê-lo atacando sua esposa na manhã de 24 de fevereiro de 2023. Juliana Magalhães se declarou culpada por homicídio culposo após concordar em testemunhar contra Banfield. Depois do julgamento dele, ela foi condenada a 10 anos de prisão. Os promotores afirmam que Banfield e Juliana armaram uma emboscada para Ryan como parte de um plano para se livrar de Christine Banfield, enfermeira especializada em terapia intensiva pediátrica. LEIA TAMBÉM: Site de sadomasoquismo e treino de tiro: a confissão da babá brasileira que participou do assassinato da patroa pelo próprio marido Agora no g1 Além das acusações de homicídio, ele havia sido considerado culpado por um júri, em fevereiro, por colocar uma criança em perigo, já que a filha do casal, então com 4 anos, estava na residência durante os assassinatos. Durante o julgamento, Juliana Magalhães afirmou que Banfield dizia querer se casar com ela e ter filhos, mas que antes precisava “se livrar” da esposa. Segundo a brasileira, ele não queria se divorciar porque acreditava que a mulher ficaria com mais dinheiro do que ele e porque desejava obter a guarda da filha. Juliana tinha 21 anos quando começou a trabalhar para a família Banfield, em 2021. Ela contou aos jurados que os dois se passaram por Christine Banfield em um site voltado a fetiches sexuais. Por meio da plataforma, atraíram Ryan para a casa da família, em Herndon, na Virgínia, sob o pretexto de um encontro sexual envolvendo uma faca. Juliana Peres Magalhães filmada no dia em que o assassinato aconteceu em uma mansão dos EUA AP/Fairfex County Police De acordo com o depoimento, o objetivo era fazer parecer que Ryan era um invasor violento que havia entrado na residência. Juliana afirmou que, no dia dos crimes, esperou em um carro do lado de fora da casa com a filha dos Banfield. Quando Ryan chegou, ela ligou para Brendan Banfield, que aguardava em um restaurante McDonald's próximo. Os dois levaram a criança para o porão e, em seguida, foram até o quarto, onde encontraram Ryan. Segundo o relato, Banfield atirou em Ryan e depois esfaqueou Christine Banfield com a faca que o homem havia levado ao encontro. Ao perceber que Ryan ainda se movia, Juliana efetuou um segundo disparo, que o matou.

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